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Senna: ‘HOMENAGEM (?!?!) DO CABRINI

Alguém viu? Quem viu, viu quem não viu,…. Tinha acabado de escrever este post e quando fui anexar, tinha sido tirado do ar pela Formula One Management, reivindicando direitos autorais.  Resolvi colocar o post assim mesmo.  E vou adicionar uma foto que fiz da telinha do meu ipad – ainda bem- antes do video ser tirado de circulação.  E so’ porque eu apareço hahaha. Foi um momento de descontração, gostei.

Mais uma vez, um grande amigo me enviou o link de um programa sobre o Ayrton: O Conexão Reporter, de ontem, do Roberto Cabrini. Ao contrário do que fiz com o  exibido pelo Esporte Espetacular, no domingo, e produzido pela Bizum do Ernesto Rodrigues, resolvi assiti-lo imediatamente. (ainda bem, hein?!?)

Ayrton e eu num descanso de um teste.  O almoço tinha sido delivery!!!

Ayrton e eu num descanso de um teste. O almoço tinha sido delivery!!!

Confesso que não entendi porque se intitula Homenagem. Para mim, pareceu mais uma história das experiencias do Cabrini no seu tempo de Formula 1 e naquele tenebroso fim de semana de maio de 1994. Homenagem que não mostra imagem de vitoria? Sei, problemas de direitos de imagem. Assim mesmo, não entendo chamar homenagem. O Cabrini deve ter muita imagem boa. Ele teve muito acesso exclusivo ao Ayrton. Depois que este brigou com o Reginaldo Leme e recusava lhe dar entrevistas, Cabrini foi escolhido para ser o reporter que iria ter acesso ao que o Reginaldo não tinha. Cansei de organizar exclusivas no hotel, depois do treino; no aeroporto antes da viagem; no alambrado logo na saida do autodromo. Depois ele acabou sendo contratado pela Globo.

E também não gostei das especulações sobre o acidente e da história dos pressentimentos. Enfim, não vou falar mais nada. Ainda vou contar neste blog o que eu presenciei nos 4 dias do GP de Imola 1994 e nos quatro dias que se seguiram.

Aqui esta a vinheta no Facebook. Tentei anexar o video que assisti no youtube mas foi tirado do ar . Lê-se a mensagem: “Este video não está mais disponivel  a reinvindicação de direitos autorais da Formula One Management. O link e’ este, em caso volte alguma coisa. http://www.youtube.com/watch?v=3wVG_jLLy6M

SENNA: DOCUMENTARIO ESPORTE ESPETACULAR

Acabo de assistir ao primeiro episódio do documentário do Ayrton Senna, exibido pelo Esporte Espetacular no domingo passado e a mim enviado por um amigo logo na segunda feira. Só agora tive coragem. Normal para mim. Não consegui ver o filme no cinema. Comprei o DVD e assisti em casa, acompanhada de uma garrafa de vinho branco e uma caixa de lenço de papel. Pela primeira vez nestes 20 anos desde Imola, senti raiva. Isto mesmo. Raiva. P….. M….. Tanto trabalho, tanto suor pra alcançar um sonho. Foi gostoso ver o Ayrton ainda moço, nos tempos que eu o entrevistava ainda como foca no Estadão, em 82, quando ele voltava de corridas da Formula Ford. Mais gostoso ainda foi ver sua mãe, D Neide, dando risada com uma lembrança do filho. Não da’ pra imaginar sua dor.  Para quem não teve oportunidade de assistir, aqui vai.

Foi bom rever os jornalistas estrangeiros com quem trabalhei tantos anos na Formula 1, especialmente o ingles Nigel Roebuck e o italiano Giorgio Piola que não gostavam nem um pouco do Ayrton e nunca perdiam uma oportunidade de falar e/ou escrever mal dele. Foi bom vê-los lembrando com respeito e carinho o nosso tricampeão mundial. Gostei de ver o amigo Galvão, a quem ainda vejo bastante nos jogos da seleção brasileira de futebol, lembrando os bons tempos. Do Reginaldo, deu mais saudades. Não o vejo ha’ muito tempo. Uma pena. E o Pedro Bial. Amigo de Londres, ele foi enviado a Imola e lhe dei uma entrevista ainda na Italia, antes de voltarmos com o corpo do Ayrton pro Brasil. Não lembro de nada que falei, apenas que fiz um esforço fenomenal pra não chorar. Ele tinha trabalhado em alguns GPs dos dois anos anteriores e até em testes tinhamos nos encontrado e dividido nosso tédio e frio.

Em janeiro, voltei a Imola pela primeira vez em 20 anos pra participar deste documentário. Minha parte está no 4o e ultimo capitulo a ser exibido no domingo dia 4 de maio.

SENNA: SOCO NO IRVINE EM 93. O QUE REALMENTE ACONTECEU

Eddie Irvine fez sua estréia pela Jordan , terminando em 6o ( marcando assim seus primeiros pontos) e , em seguida, foi socado por Ayrton Senna por te-lo ultrapassado durante a corrida. Socado porque Irvine o ultrapassou? É assim que está escrito na wikipedia . Não é bem assim que  eu me lembro do ocorrido. E eu estava lá, bem ali , dentro do container onde tudo aconteceu . E para ser sincera, foi parte culpa minha. Deixe-me contar desde o início. É um pouco longo, mas tenha paciência comigo. Você precisa saber da história toda para entender o que realmente aconteceu.

Tudo começou na pista, obviamente , quando Senna chegou no novato Irvine – 5o piloto na Jordan naquele ano – , uma volta à frente . O procedimento comum dita que o retardatário dê passagem ao lider da prova ( se está uma volta à frente , deve ser mais rápido ) . Não para o irlandês, que fazia sua estréia na F1. Senna teve que realmente ultrapassa-lo, uma manobra sempre arriscada e mais ainda nas condições difíceis da pista, chove/para. No vídeo abaixo , da coletiva  pós corrida, você pode ouvir do próprio Ayrton uma explicação calma do que tinha acontecido na corrida e, portanto, o  quanto estava em jogo.

 

Corrida terminou, coletiva feita, entrevistas em Inglês , Italiano e Português terminadas, eu tinha enviado o meu artigo para o Brasil , minhas colunas para os outros paises , reunião com engenheiros também já feita. Eram umas 18 horas quando entrei no container da McLaren e  – naquele tempo, não havia motorhome nas corridas fora da Europa – comecei a  trocar conversa com o engraçadissimo engenheiro do carro de Ayrton, Giorgio Ascanelli . No monitor de TV, passava um replay da corrida,  e o incidente estava sendo mostrado. Giorgio e eu começamos a brincar sobre o comportamento inconsequente do Irvine. Ayrton apareceu e entrou na brincadeiras . Ele estava muito feliz com a sua vitória para deixar o incidente estragar tudo . Foi ai que eu perdi uma grande oportunidade de manter a minha boca fechada. E disse para Ayrton : ” E você devia tê-lo (Irvine ) visto dizer pra TV que se você fosse mais rápido do que ele deveria tê-lo ultrapassado ” .

Eu mal tinha acabado a frase e Ayrton já se virava e saía porta afora . Nada calmo e nada de brincadeira. Giorgio e eu olhamos um para o outro e saímos correndo atrás. Ayrton passou por todos os containers e entrou no da Jordan. Ele entrou, nós logo atrás dele . Irvine estava sentado em uma mesa conversando com seu engenheiro ; nas proximidades Rubens Barrichello e seu manager Geraldo Rodrigues. Não me lembro de cada palavra dita , mas o diálogo  seguinte é bem próximo da verdade.

Ayrton : “Por que você disse que era mais rápido do que eu? ”

Irvine : ” Bem, eu estava , te  passei , né? ”

Ayrton : ” Você passou por mim , porque eu tinha problemas de ultrapassar o Damon”

Irvine. “Não importa , eu estava mais rápido e passei você ”

Ayrton : ” Mais rápido ? Eu estava uma volta na frente!!! ” Vozes estão aumentando dramaticamente aqui. “Eu perdi mais de 15 segundos! Voce poderia ter destruído todo o trabalho de um fim de semana inteiro , uma corrida difícil ”

Irvine : ” E daí?. Se você fosse mais rápido você deveria ter me ultrapassado ” Agora, realmente em tom arrogante, e dando risada.

Ayrton : ” Punch” . Ele foi rápido e não conseguimos segurá-lo . Mas não teve outro soco, pelo menos.

As persianas na janela estavam abertas e, a essas alturas, já tinhamos uma pequena platéia lá fora. Voltamos para o container da McLaren e eu tive mais trabalho a fazer com a imprensa .

Entre este dia e o  GP da Austrália, nos falamos ao telefone. ” Ayrton , eles estão falando sobre uma possivel suspensão ou multas ”

” Betise , você estava lá. Ele simplesmente não entendeu a gravidade da situação . Ele estava sendo irresponsável e arrogante ”

” Sim , eu sei, e eu senti vontade de socá-lo muito antes que voce. E mais vezes. Mas você não pode fazer isso. Você tem que pedir desculpas. Bater alguém é inaceitável, Ayrton . E você sabe disso ”

Agora, observe a Conferência de Imprensa 10 dias mais tarde , antes do GP da Austrália

Como tenho saudades….

 

SENNA: IRVINE’S PUNCH UP IN JAPAN 93. WHAT REALLY HAPPENED.

Eddie Irvine made his debut for Jordan, finishing 6th (thereby scoring his first points) and then being punched by Ayrton Senna for unlapping himself during the race. Punched because Irvine unlapped him? That’s how it is written in wikipedia. I somehow remember it differently. And I was there, right there, inside the container where it all happened. And to be honest about it, it was all my fault. Let me tell you from the beginning.  It is a bit long but bear with me. You need to know it all to understand what really happened.

It all started on the track, obviously, when Senna came up to rookie Irvine – 5th driver on the second seat at Jordan that year -, one lap ahead. The common procedure is for the back marker  to  let the leader through (if you are a lap ahead, you are bound to be quicker). No such thing from the Irish on his first race. Senna had to really overtake him, always a risky manoeuvre  and more so on the tricky conditions of the track. It was on and off rain.  In the video below, post race press conference, you can hear from Senna himself a calm explanation of what had happened in the race and, therefore, how hard it all was and how much was at stake.

Race finished, press conference out of the way, interviews in English, Italian and Portuguese done, I had sent my article to Brazil, my columns everywhere, engineering briefing was over. It is around 6pm and I am at the McLaren container – there was no motorhome in the overseas races those days – talking to Ayrton’s car engineer Giorgio Ascanelli.  On the little TV, a re run of the race and the incident is being shown. Giorgio and I start talking and joking about how much of an inconsequent twat Irvine was.  Ayrton walks in and gets in the banter. He was too happy about his win to let the incident spoil it. And then I missed a great opportunity to keep my  mouth shut and said to Ayrton: “And you should have heard him (Irvine) telling the TV that if you were quicker than him you you should have overtaken him”.

I had hardly finished the phrase and Ayrton had turned around and was out of the door. Not his calm self, no banter. Giorgio and I looked at each other and follow in pursuit. Ayrton dashed by the containers until he got to  Jordan’s. He barged in and we were right behind him.  Irvine was sitting on a table talking to his engineer; nearby Rubens Barrichello and his agent Geraldo Rodrigues. I don’t remember word by work what was said but the following dialogue is pretty close:

Ayrton: “Why did you say you were quicker than me?”

Irvine: ” Well, I was, I passed you, din’t I”

Ayrton : “You passed me because I had problems overtaking Damon as well”

Irvine. “No matter, I was quicker and passed you”

Ayrton: “Quicker?? I was a lap ahead of you!” Voices are raising dramatically here. “I lost over 15 seconds! It could have destroyed all the work of a whole weekend, a hard race”

Irvine: “No difference. If you were quicker you should have overtaken me” Now, really cocky, and laughing

Ayrton: ” Punch” . He was too quick for any of us to hold him. But there was no second one, at least.

The blinds on the window had been left open and by then we had a small audience outside. We went back to the McLaren container and I had more work to do with the Press.

Between then and the Australian GP  next, we spoke on the phone. ” Ayrton, they are talking about suspension or fines”

“Betise, you were there. He  simply did not understand the seriousness of the situation. He was being irresponsible and cocky”

“Yes, I know, and I felt like punching him much earlier and more times. But you cannot do that. You have to apologise. Hitting somebody is unacceptable,  Ayrton. And you know it”

Now, watch the Press Conference 10 days later, before the Australian GP

 

 

Senna: Derren Brown would also agree with him

Last year, I went to a very interesting talk at The School of Life , in London, between its founder Alain de Botton and the illusionist Derren Brown. (I highly recommend anything involving any of these 3!! )The talk, which was entitled Derren Brown on Magic and Happiness, lasted nearly two hours, including break and only at the very end, when we were already on the Q&A session, did the topic of Happiness was mentioned. Someone  at the audience asked: “But what is happiness?” The answer was a very long and amazingly interesting one. And, again, I heard a very similar quote from Senna.

Brown is a very well read and expert on mind tricks. Senna was a racing driver who rarely read books and I’m sure had no idea who Schopenhauer was but I believe the two comments below are strikingly similar.

Derren Brown in a talk

Derren Brown: Focusing too much can also be a recipe for failure”. Photo telegraph.co.uk

Derren Brown : “Happiness and Philosophy are walking together again after a period being highjacked by the self help brigade. They say.’You have to focus on what you want, there’ll be people who will try to bring you down -Ignore them. You focus and you believe and you keep chasing that go. And that’s how you get successful’. Well that’s also a perfect recipe for failure. It’s exactly how you fail.The difference is that people who failed are not writing their biography…” And he also says “Life is not about one big story. We are supposed to dance along the way”

Senna portrait on normal clothes

Senna: “My determination is also one of my flaws. Sometimes one should change directions” Wikipedia photo

Ayrton Senna: “Im many ways, my qualities and flaws are linked, are the same. One of my qualities is my determination, the strength to pursue something I believe in, without looking around, focused on the result. Well that becomes my weakness as I never give up, I never give in, no matter what happens,being that a technical mater or a personal one. And, sometimes, one should change directions. At my work, in the end, the pluses are much bigger than the minus so I stick to it(laughed) But personally, it is different”.

 

Watch part of the talk and the answer above mentioned (around 10min). it is unmissable.

https://www.youtube.com/watch?v=jXcCEv72oQ8

Senna: Difficult? Thankfully! Mourinho would agree

Chelsea’s coach José Mourinho is famous for his ‘original’ quotes. Two days ago, before the 3×1 defeat to the now enormously wealthy  Paris St Germain, I heard the Portuguese give one of his best answers ever. Asked about how difficult it was to work with Swedish star, Zlatan Ibrahimovic, Mourinho did not hesitate: “Difficult? We had a fenomenal relationship. For me , the difficult personalities are the players who do not want to win, do not want to work, do not want to be the best. He wants to win, he wants to work, he wants to be the best. He has a big ego, a big self esteem. He knows he really is a top player. So for me, to be his coach, was no problem at all”.

 

Ayrton , a HOnda engineer and I pouring over some telemetry documents

Ayrton working on engine telemetry. I am looking on

For a moment, I thought he was talking about Ayrton Senna!! I thought he was reading my mind and answering people who had asked me exactly the same over 20 years ago!! This kind of difficult people are an honour and a privilege to work with . Not to mention a pleasure and an inspiration. This kind of difficult people make you want to be better, to wonder all the time how you can improve yourself. As Mourinho said: “We had a phenomenal relationship”.

Automobilismo: Outro prodígio brasileiro na Inglaterra

Aos 14 anos de idade, Pedro Cardoso fez  sua estréia no automobilismo ,no último domingo, em Brands Hatch, no Ginetta Júnior Uk. Mesmo tendo de comandar o volante à direita e de  lutar por posições com pilotos mais experientes e bem mais velhos do que ele, Pedro mostrou o mesmo talento de muitos pilotos brasileiros antes dele.

Photos of the driver and his car at the circuit

Pedro , 14, e no carro (acima)

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Depois de largar na  12 º posição, Pedro abriu caminho até a 6a, onde permaneceu por uma grande parte da corrida e terminou em oitavo. “Eu aprendi muito sobre meu carro, os outros pio tos e esta categoria. Não vejo a hora de voltar pra segunda etapa”, disse Pedro. E ele não vai ter de esperar muito. Será em Donnington Park, no fim de semana de 18 e 19 de abril.

Motor Racing: Another Brazilian prodigy?!

The  14-year-old Brazilian Pedro Cardoso  had his motor racing debut last Sunday ,at Brands Hatch,  on the Ginetta Junior UK.  Even though he was first experiencing driving on the right and had to fight por positions with more experienced and considerably older than him, Pedro showed the same talent as many Brazilian racers  before him.

Photos of the driver and his car at the circuit

At the circuit

 

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Pedro Cardoso , 14

 

After starting in 12th, Pedro fought his way up to 6th where he remained for a big part of the race and finished in 8th. “I have learned a lot about my car, the other drivers and this competition. Can’t wait for the second round”, said Pedro. And he won’t have to wait long. It will beheld in Donnington Park on the weekend of 18th and 19th April.

Senna: O autógrafo mais engraçado

Como mencionei antes neste blog, eu tive centenas – se não milhares – de pedidos de todos os tipos  durante os meus 4 anos e meio como Assessora de Imprensa do Ayrton Senna. O mais difícil envolveu o  Nelson Piquet e está publicado sob a categoria  Senna. O mais engraçado deles envolve George Goad e Eric Silberman. Quem?? Exatamente, esta é a parte engraçada. Mais embaixo falo mais deles.

Como a maioria das pessoas no mercado estão cientes, cada grande nome no esporte ou de entretenimento tem alguém (às vezes até mesmo uma máquina ou carimbo), que “ajuda-os” com os autógrafos.  Ayrton não era diferente. Naqueles tempos, ele realmente assinou cada um dos pedidos que apresentei a ele. E muitos, muitos mais. No entanto, ainda havia uma boa quantidade de cartazes, cartões postais e artigos de merchandising que exigiam a sua assinatura antes de ir para a área VIP ou para eventos dos patrocinadores.

Senna in the cockpit of his McLaren surrounded by team people

Na McLaren: este autógrafo é genuino

Bem, esses últimos foram assinados por Eric Silberman , na época assessor de Imprensa da Honda . Eric é um homem de muitos talentos , poliglota , bom escritor e seu senso de humor aguçado costumava  nos manter sempre de bom humor depois de longas horas de trabalho no circuito. Eric era canhoto como Ayrton . Eu tinha certeza, e ainda tenho , que  este fator ajudava muito na forma como as letras inclinavam do jeito certo para o lado certo.

George Goad era um correspondente de F1 norte- correspondente,  e costumava passar muito tempo com a gente no motorhome da Honda , compartilhando piadas e bebidas. Um dia, ele nos pegou no ato : Eric estava assinando uma pequena pilha de fotografias de Ayrton que eu tinha entregue a ele e iriam para a área de hospitalidade. Demos uma boa risada e continuamos na empreitada. Como ele , mais tarde, escreveu em seu artigo: “se todas as celebridades tivessem  que realmente assinar  autógrafos para todos os seus fãs e admiradores , síndrome do túnel do carpo  teria aposentado cada estrela de cinema, pop artist  e piloto de corridas no planeta. ”

Mais tarde, sendo o piadista que ele é, George decidiu que o único autógrafo do Senna que ele queria era um falso na fotografia do Eric! Bem, e adivinha quem foi encarregado de conseguir isto  de Ayrton ? ” Olá , você acha que você poderia falsificar a assinatura de Eric nesta foto ” ,pensei. Não, não era o caminho certo . De qualquer forma, eu finalmente encontrei o jeito e a hora certa primeiro para contar pro  Ayrton que o Eric falsificava a assinatura dele e, depois para explicar por que aquele  jornalista americano estava sentado à mesa no motorhome, esperando que ele autografasse uma foto do Eric . Por incrível que pareça, Ayrton entendeu a piada e entrou na brincadeira.

 

Leiam o artigo todo no blog do George. O texto é muito bom!

 

http://georgegoad.wordpress.com/2014/03/31/sharing-time-and-space-with-the-famous/

Sharing Time and Space With The Famous

Do read it from George.

georgegoad

     (Note: This piece was originally published in 1993, when I was in the middle of my F1 career.  I brought it back because it’s the twentieth anniversary of Ayrton’s fatal crash in Imola and I wanted to share how F1 used to be.)

I don’t collect autographs. I don’t see much point in them unless they’re at the bottom of a Picasso or Monet, where they signal that the work was indeed finished and that the artist was happy enough with it to proclaim that it was his.  I guess inscribed photos are okay too, if there’s a genuine message from one friend to another scrawled across its surface, but the idea of treasuring a scrap of paper with someone’s name on it just never took hold in my mind.  Maybe it’s the fact that I’ve lived and worked around Los Angeles for all of my life and…

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