SENNA: 55 TODAY

Today Ayrton would have turned 55. Millions of fans have taken to twitter to celebrate his life, register their grief, pay their respects. I obviously share all of these. And more. Writing about him, it is writing about (part of) my own life as well: my feelings, my experiences, my professional life. I spent the entire week debating with myself whether to register anything on this day. I do not like to bring attention to myself; I really dislike people who try and be more important than the person they are actually working for/with (if you know what I mean). But only yesterday, after a talk with a Japanese producer for NHK, did I realise that what I am honestly not comfortable with is re living it all and, in the process, exposing myself and Ayrton.

The best friendship in F1. This was taken at Gerhard's birthday in 1993

The best friendship in F1. This was taken at Gerhard’s birthday in 1993

When I finally managed to watch the documentary – months after it had been out in the cinemas -, on video at home accompanied by a bottle of wine, I was actually watching my own little life film shown back to me. Well, an important, powerful and intense section of it, anyway. As the film went on, I was going through all my memories of every event; how Ayrton really felt going through them, the bits he shared with me, the laughs, rages and stresses all those occasions caused him and all of those around. I went through dozens of his facial expressions, his mannerisms, his deeply charismatic way. And I missed him like hell. Most of all, I feel achingly sorry for his lost life. For the first time in 20 years, it hurt again. And as I write that, it hurts again.

The only time I held that umbrella. A bit embarrassing, actually.

The only time I held that umbrella. A bit embarrassing, actually.

I took that at a testing in Silverstone 1991, I think

I took that at a testing in Silverstone 1991, I think

It is all so powerful, I feel I need to to share a bit. So here it is some personal photos. “Ayrton, F1 is SOOOOOOO boring without you. No personalities, no opinions, not one intense character. The whole world of motor racing miss you much more than they think. Personally, I repeat, I only feel a huge, deep loss for you at such a prime time in your personal trajectory”

Adriane Galisteu and I in a farewell dinner given by the McLaren mechanics for Ayrton , Australia 1993

Adriane Galisteu and I in a farewell dinner given by the McLaren mechanics for Ayrton , Australia 1993

15 responses to “SENNA: 55 TODAY”

  1. Yanny Rocha says :

    Deve ter sido bom conviver com ele…

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  2. Adriana Moura says :

    Que lindo texto, Betise… tão direto e tão tocante…

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  3. Beatriz Almeida says :

    Não tive a chance de ver o Senna correr ao vivo, nasci anos depois do trágico acidente de Imola, mas todas as vezes que escuto o nome dele me da arrepios é um sorriso se forma imediatamente no meu rosto por conta de imagens, vídeos, relatos que vi sobre nosso campeão. A imagem que tenho dele é de uma pessoa muito especial , que tinha como missão trazer alegria para o povo brasileiro, naquele tempo que tínhamos tao poucas alegrias, e ele conseguiu cumprir sua missão com mérito! Sei que aonde quer que ele esteja, ele está nos olhando e sentindo orgulho do seu povo que apesar de tudo, não desiste, iguaizinho a ele! Como disse a Galisteu “existem pessoas que não podiam morrer, e o Ayrton é uma delas!” Ele é eterno!! Inesquecível !!

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  4. alecsandra ponciano pimenta says :

    Nossa, Betise, lindas e emocionantes palavras!

    Eu não tive a oportunidade de ver o Ayrton ao vivo, acompanhava avidamente pela televisão, mas seu texto traduz tudo o que eu sinto!

    As corridas nunca mais mesmo tiveram graça, nem personalidade, muito menos o charme daqueles dias. Com certeza, os que não assistiram o Senna, sentem, hoje, na F1, falta daquilo que nem tem idéia do que seja.

    Ler sobre o Senna, sempre faz doer profundamente meu coração!
    Fico às vezes me perguntando que sentimento é esse, de tamanha admiração, por uma pessoa que nunca tive oportunidade de apertar a mão.

    Penso que o Ayrton Senna não era mesmo deste mundo, passou por aqui, para ensinar algumas coisas, e partiu para outro mundo, mais sintonizado com o seu adiantamento.

    Ele faz muita falta. Realmente deixou um vazio muito grande, em muitos sentidos.

    Imagino a enormidade e a complexidade dos seus sentimentos.

    De coração, sinto muito por ele… por você…e por todos nós!

    Fique com Deus.

    Alecsandra Ponciano Pimenta

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    • Betise Assumpcao Head says :

      Nem fale. Claro que o Ayrton era deste mundo. Por isto mesmo que ele era especial. Mas ele não era perfeito! Muito pelo contrario. Como pessoa, tinha um monte de defeitos. O maravilhoso foi ver ele tentar melhorar, amadurecer e tornar-se o ser que ele queria ser . Antes disto, ele se foi. Esta e’minha maior tristeza

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  5. Miguel Sacramento says :

    Betise

    I fully agree with every single word!
    Conheci o Ayrton em 1975 quando ele surgiu no kartodromo de Interlagos para disputar seu primeiro campeonato Paulista de kart na categoria 4a. Menor. Eu, nove anos mais velho, corria na 2a. 125cc. No ano seguinte, disputamos a mesma categoria, a 2a 100 cc, e tivemos bons rachas no início da temporada. Foi nesses rachas que notei que aquele garoto era diferente dos demais. Todos eram bons pilotos, mas o “Campineiro” estava alguns pontos fora da curva.
    Conversamos várias vezes e sua determinação me impressionou.
    Comentávamos que, se nada acontecesse, ele seria campeão na fórmula 1.

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  6. lininha1 says :

    Betise, obrigada por ter sido mais do que uma parceira de trabalho, mas acuma de tudo uma boa amiga para o Ayrton. A falta que ele faz como esportista e cidadao brasileiro, cidadao do mundo continua sendo imensa. Como vc disse no Esporte Espetacular ano passado e agora aqui no seu site.. I pior eh pensar que ele se foi tao jovem, cheio de sonhos e planos. Naquela fase da vida que come¢amos amadurecer. Eu nunca aceitei a sua partida.Deve ter uma explica¢ao aos olhos de Deus, mas a gente nao consegue entender.

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  7. lininha1 says :

    Betise vc vai mais do que uma colega de trabalho. Por suas palavras percebemos que vc foi tambem uma boa amiga. Como fa dele agrade¢o pela forma sincera e carinhosa que vc sempre se referiu ao nosso Ayrton. Ele foi e sempre sera um irmao para nos brasileiros.. Um ser tambem amaso ao redor do mundo. Concordo com vc.. Muito doloroso pensar que ele partiu jovem, numa idade em que amadurecemos naturalmente. Sobre Adriane , obrigada por ter cuidado dela no funeral..Seu gesto foi nobre mediante aos absurdos que vimos pela tv.E obrigada por dar a ela a importancia que ela nerece por tudo que representou na vida do Ayrton

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  8. Petrus says :

    Olá Betise, legal seu post, para falar a verdade, muito pessoal e sempre sem ufanismo, você faz muito bem isso, não é ao acaso que é assessora de imprensa, saber falar a coisa certa no momento certo para passar a mensagem certa, queria ter essa capacidade.
    Sobre o Ayrton… o que temos para falar? Tudo já foi falado, restam essas perolas que, vocês que estiveram com ele nos passem, o impacto dele na vida das pessoas já foi, ficaram as lições aprendidas, são muitas, só Deus sabe.

    Abração Betise

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  9. Sara Zoffoli says :

    Dear Batise,
    thanks a lot for your writing and your loyal friendship with Ayrton. I discovered him in 2014, I’m not that young, just turned 40 this year and I’ve always hated F1. But at a sudden, I discovered this man, his life, his death, his story. I felt there was something I could learn about me, going through him and…when I gave credit to this “insanity” I discovered a whole new world. So many things have happened in my life since that 30 April 2014, when I discovered my beloved city (Bolonha) was that hated city, where he lost his life. All that precious changes came from a man, from just a name, that day by day sounded more and more like a friend’s name: Ayrton. I’m sure I’m just one of the millions people that was touched by his life, I feel just to say “thank you”.
    Sara (Bologna, Italia)

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